Arquivos da categoria: Diabetes

Piores alimentos para diabéticos

13 de julho de 2017

A diabetes é uma doença crônica que atingiu proporções epidêmicas entre adultos e crianças no mundo. A diabetes descontrolada propicia várias consequências sérias, incluindo doença cardíaca, renal, cegueira e outras complicações. A pré-diabetes também está associada à essas condições. Consumir o alimento errado pode aumentar os níveis de açúcar e insulina no sangue e promover a inflamação, a qual pode aumentar o risco de doença. Quando diabéticos consomem muitos carboidratos por vez, seus níveis de açúcar no sangue podem subir perigosamente. Com o tempo, os níveis elevados podem danificar os nervos corporais e vasos sanguíneos, o que pode causar o início da doença cardíaca, doença renal e outras condições sérias de saúde.

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Relação entre diabetes tipo 1 e câncer

1 de agosto de 2016

Ter diabetes tipo 2 pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, mas diminuir o risco de outros, de acordo com um estudo recente. Um risco maior foi visto para o câncer de estômago, fígado, pâncreas, endométrio, ovário e rins. Mas um risco reduzido foi observado para o câncer de próstata e de mama. Na diabetes tipo 1, o corpo não consegue produzir o hormônio insulina, o qual ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue. Pessoas com esse tipo de diabetes devem ser tratadas com insulina para sobreviver. Esse padrão de risco de câncer visto no estudo é similar ao visto em pessoas com diabetes tipo 2 e sobrepesos.

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Como saber se você é resistente à insulina

29 de julho de 2016

A insulina é um hormônio que age como uma chave, ela destrava as células para que a glicose entre te forneça energia. Algumas vezes, esse esquema chave-fechadura não funciona e aí a glicose se acumula no sangue, mesmo quando você produz mais a insulina. As chances de se tornar resistente à insulina aumentam se for sobrepeso, sedentário, hipertenso ou tabagista. Alguns problemas no sistema circulatório também aumentam o risco, incluindo baixos níveis de HDL, altos níveis de triglicerídeos, doença cardíaca, derrame prévio e doenças dos vasos sanguíneos no pescoço ou pernas.

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Adoçantes artificiais e sua relação com a insulina e a diabetes

4 de julho de 2016

O açúcar é um tópico sempre em alta na nutrição. Diminuir o seu consumo pode melhorar a saúde e ajudar na perda de peso. Repor o açúcar com adoçantes artificiais é uma forma de fazer isso. No entanto, algumas pessoas afirmam que eles não são metabolicamente inertes como antes se pensava. Por exemplo, alguns pesquisadores acreditam que eles podem aumentar os níveis de açúcar e insulina no sangue. Os adoçantes artificiais são químicos sintéticos que estimulam os receptores de sabor doce na língua. Normalmente eles são chamados de adoçantes de baixa-caloria ou não nutritivos.

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Risco para diabetes gestacional

11 de Março de 2016

Durante a gestação a placenta produz hormônios que pode levar a um acúmulo de açúcar no sangue. Geralmente o pâncreas produz insulina suficiente para lidar com isso. Caso contrário, os níveis de glicose sanguínea irão subir e causar a diabetes gestacional. O risco de diabetes gestacional é maior se houver a presença de sobrepeso antes da gestação, ser afro-americana, asiática, hispânico ou americana nativa, níveis de glicose sanguínea altos, mas não o suficiente para ser diabetes, ter diabetes na família ou já ter tido diabetes gestacional anteriormente.

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Resveratrol e Sensibilidade à Insulina

11 de Março de 2015

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Apesar do alto consumo médio diário de gordura na França, comparada com outros países europeus, estudos epidemiológicos documentam uma taxa relativamente baixa de mortalidade cardíaca. Esse fenômeno é chamado de paradoxo francês, principalmente pelo consumo alto de vinho tinto pelos franceses. O vinho tinto é conhecido por ser rico em vários compostos polifenólicos que podem ter uma variedade de benefícios. Entre esses polifenóis, o resveratrol parece ser o mais estudado, provavelmente pelo fato de aparentemente afetar vários processos fisiológicos e bioquímicos como demonstrado em estudos com culturas celulares e com animais. Por outro lado, estudos em humanos ainda tem resultados inconclusivos.  Continue lendo